terça-feira, 28 de dezembro de 2010

FUTEBOL RORAIMENSE - Técnico espera oportunidade para brilhar

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Em 2004, Vitor Netto atuou pelo Náutico e agora quer treinar algum time de Roraima
O jovem treinador capixaba, Vitor Netto, é um dos grandes nomes da nova geração de treinadores do Estado do Espírito Santo. Via internet, Vitor afirmou que deseja trabalhar em Roraima para disputar o Campeonato Estadual. O profissional está aberto para negociações.

Trajetória como jogador

Vitor é ex-jogador de futebol. Começou no Grêmio Republicano (time do bairro) aos 12 anos. De 1998 a 2001, atuou pelas categorias infantil, juvenil e junior pelo Vitória Futebol Clube (ES). Chegou a treinar com os profissionais.

Em 2002, Vitor foi para a categoria Junior do Rio Branco Atlético Clube (ES), clube mais tradicional do Estado.  Assim como no Vitória, o jogador também treinou entre os profissionais.
No ano seguinte, foi para os juniores do Vilavelhense Futebol Clube (ES). Em 2004, no primeiro ano como profissional, Vitor teve a oportunidade de se transferir para o futebol de Roraima, onde atuou pelo Náutico Futebol Clube (RR).
“Sai do clube devido o presidente na época não ter cumprido com as promessas. Então, retornei depois de dois jogos realizados. Em 2005, desanimado com o futebol, joguei pela última vez como profissional pelo Esporte Clube Guanduense-ES, onde disputei a segunda divisão do campeonato capixaba”, disse Vitor.

Experiência como técnico


Vitor Netto, de boné (sem o troféu), quando atuou como treinador pelo Desportiva Capixaba S/A
Em 2007, Vitor, convidado por um amigo, assumiu o comando de auxiliar técnico da categoria juvenil do Santa Cruz Futebol Clube (ES). Já em 2008, junto com o amigo treinador, se transferiu para o Desportiva Capixaba S/A, clube que revelou grandes jogadores, como Sávio (ex-Flamengo, Real Madrid e Seleção Brasileira) e Geovani Silva (ex-Vasco da Gama, Seleção Brasileira e futebol italiano).

“Na categoria Juvenil, conquistamos o vice campeonato estadual em 2009 e conseguimos ser o único clube capixaba a passar da fase na Copa Brasil Sub-17, nos anos de 2008 e 2009. No primeiro ano, vencemos o Fluminense-RJ (3x0) e perdemos na decisão dos pênaltis na oitavas de final para o Santos (SP) (com Neymar e companhia). Em 2009, perdemos nas oitavas de final para o Vasco da Gama”, lembrou Vitor.
Vitor Netto e o seu amigo, em 2009, assumiram o comando do Vitória Futebol Clube (ES). Em 2010, Netto foi treinador da categoria Juvenil do clube.
“Como atuei pelo Náutico, tenho um grande interesse em retornar ao Estado, só que agora como treinador. Fora os problemas que passei no Clube, fui muito bem recebido pelo Estado e pelos moradores do bairro onde morei. Fiz alguns amigos e amigas. Só que hoje em dia não tenho mais nenhum contato com essas pessoas”, frisou Vitor Netto.

Vitor Netto aproveitou a oportunidade para deixar o e-mail de contato ( vsn_futebol@globomail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) para quem desejar contratá-lo. Quem quer saber um pouco mais da vida esportiva do treinador, basta acessar www.profvitornetto.blogspot.com.



Por Alberto Vilas Boas

www.roraimahoje.com.br

Treinador de goleiros da Seleção Sub 20 garante: “Estamos dando oportunidade para todos”

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Da Redação/Diego Vivan – Se depender da experiência e comprometimento do preparador de goleiros da Seleção Brasileira Sub 20, os torcedores podem ficar tranqüilos para um bom desempenho dos arqueiros brasileiros no Campeonato Sul-Americano que será disputado em janeiro, no Peru. Com muita história para contar em quase 15 anos de profissão, Rogério Maia segue aplicando sua rotina de treinamentos com os goleiros Alex, Milton Raphael e Gabriel na Granja Comary.
Sem dar pistas de quem será o goleiro titular, ou um dos cortados, Rogério garante que os três têm potencial para defender o gol da Seleção. “Estamos aproveitando o período de treinamentos para avaliar, condicionar e evoluir ao máximo a performance técnica dos atletas. Estamos dando oportunidades para todos”.
Satisfeito com a nova safra de novos goleiros do futebol brasileiro, Rogério prefere não apontar o melhor goleiro do país. “A cada competição aparecem novos valores. Indicar algum nome é arriscado, pois nesta posição é preciso sempre provar seu valor e suas qualidades. Estamos evoluindo muito, a maior amostra disso é a quantidade de goleiros indo para o exterior”.
Rogério também concilia seu trabalho na Seleção, exercendo a mesma função no Caxias-RS. Antes de assumir o clube gaúcho, em 2009, Rogério passou nove anos de sua carreira no Internacional, além de quatro anos na Arábia Saudita, onde trabalhou em clubes como Al Ettifak e Al Ahli.
O preparador da Seleção foi o responsável pela formação de bons goleiros do futebol brasileiro como João Gabriel, Marcelo Boeck, Muriel Becker e Renan, além de Mansur, convocado para defender a Arábia Saudita nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2006.
Aliás, foi na Arábia Saudita, quando trabalhava no Al Ahli, comandado pelo treinador walmir Louruz, que aconteceu um estranho episódio envolvendo o goleiro Mansur. Um dia depois, o saudita foi convocado para defender a Seleção de seu país.
“No clássico entre Al Shabab, treinado pelo Zé Mario, e minha equipe, o Al Ahli, o meu goleiro vomitou ao entrar em campo. E, logo com menos de dois minutos de jogo agarrou uma penalidade máxima. Ganhamos o jogo, por 1 a 0, e no outro dia ele foi convocado para disputar as eliminatórias da Copa de 2006”.

Fonte: DJV Sports - www.djvsports.com